Romance A família Canuto

Romance A família Canuto
Romance A família Canuto e a Luta camponesa na Amazônia. Prêmio Jabuti de Literatura.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Novas ações culturais

"Em setembro estarei com um novo espetáculo "Geraldeando". Em novembro lanço um novo livro.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Palestra Marrocos: o outro lado do oceano


Palestra Marrocos: o outro lado do oceano



Marrocos: o outro lado do oceano é a palestra que o professor Carlos Cartaxo, do Departamento de Artes Cênicas, do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da Universidade Federal da Paraíba, ministrará nesse terça-feira, 31 de agosto de 2010 às 19:30 horas no Hotel Igatu, na praia de Cabo Branco, em João Pessoa, com entrada franca. Evento organizado pelos Companheiros das Américas, Comitê Paraíba-Connecticut.

Marrocos: o outro lado do oceano é um projeto de cultura visual, que usa a expressão da fotografia e que tem a função de possibilitar o acesso à arte focando a alfabetização visual, através de imagens de uma cultura que tem peculiaridades com a nordestina brasileira por ser, em alguns momentos, muito próxima e ao mesmo tempo muito distante. Essa oportunidade comparativa do Nordeste brasileiro com um país africano possibilita uma visão geográfica e histórica que não seja o domínio cultural colonialista europeu que nos é imposto há 500 anos. De modo que, através de uma leitura visual, estimulamos uma visão multicultural, crítica e identitária.

No universo pensante da arte, o que tem predominado nos últimos anos é o conceito moderno de arte, baseado nos princípios elitistas da genialidade, originalidade e autenticidade. Contrapondo esse pensamento, esse projeto se propõe a construir a concepção de que arte é tudo aquilo que o leitor compreende como sendo arte. A liberdade de criar e se expressar faz com que, através de imagens, o leitor se identifique e se sinta até motivado a produzir arte, seja fotografia, pintura, literatura, espetáculos ou outra forma qualquer, sem se deter a conceitos e preconceitos estabelecidos pela elite que tenta, há dois séculos, fazer da arte uma mercadoria e não uma expressão humana. A arte burguesa que se oferece, hoje, na maioria dos meios culturais, insiste em se manter distante da população subalterna. Essa arte elitista é uma invenção européia que tem apenas duzentos anos. De modo que nos propomos, com esse projeto, a levantar a reflexão: todo o legado cultural de milhares de anos da humanidade não é arte? É necessário registrarmos que antes desse conceito ocidental, de belas artes, que hoje predomina, havia um sistema de arte utilitário que acompanhou toda a trajetória humana. Logo, a concepção do projeto é indagar: e a arte nativa latino-americana, africana e asiática, não são consideradas artes? Com esse ímpeto estão sendo realizadas exposições itinerantes do projeto Marrocos: o outro lado do oceano aproximando culturas, no caso a África e o Brasil, o Marrocos e o Nordeste brasileiro. Em paralelo com a exposição são realizadas palestras para escolas e pessoas interessadas.

. Segundo Carlos Cartaxo, o autor desse projeto, há necessidade de conciliar arte e vida . Para justificar sua concepção teórica, Cartaxo cita o escritor norte-americano, Larry Shiner, que em seu livro A invenção da arte: uma história cultural coloca que as obras de Shakespeare não foram escritas como textos definitivos e intemporais, nem para serem lidos como obras mestras da literatura, mas como roteiros que podiam ser modificados durante sua interpretação em um cenário popular. Nesse sentido, trabalhar a arte, no nosso caso a fotografia, de forma simples, objetiva e contextualizada é dar oportunidade para que muitos possam ter uma visão multicultural do mundo, além de que também serão motivados para se expressarem através de obras artísticas. A exposição Marrocos: o outro lado do oceano se propõe a cumprir o papel de estimular a produção artística e facilitar a alfabetização visual, assim como abrir um debate quanto à desconstrução do conceito modernista de arte, introduzindo a visão crítica de que a fotografia, assim como as demais expressões artísticas, deve abrir para todas as possibilidades de expressões humanas.

A exposição esteve no mês de maio próximo passado na Estação Cabo Branco de Ciências, Cultura e Arte, em João Pessoa, onde foram proferidas oitos palestras. A mesma tem patrocÍnio do Fundo Municipal de Cultura de João Pessoa

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Cartaxo apresenta: O amor é quase eterno e O que posso lhe contar


Domingo dia 29 de agosto você poderá assistir no evento Agosto das letras a partir das 16 horas no Ponto de Cem Réis em João Pessoa, as peças teatrais: O amor é quase eterno e O que posso lhe contar. Adaptados dos contos de mesmo nome de Geraldo Maciel. A direção é de Carlos Cartaxo.
Esse trabalho é um projeto de Cartaxo com o objetivo era incentivar a comunidade de Nova Palmeira, cidade do interior da Paraíba, à leitura, como consequência, estimular à escrita, principalmente, nos gêneros literários do conto e da dramaturgia. O projeto foi aprovado e partimos à ação. Realizamos oficinas de interpretação teatral e exercitamos a leitura de histórias infantis e o exercício de contar histórias. Em seguida, lemos os contos de Geraldo e partimos para a seleção e adaptação de alguns contos para dramaturgia. Com essa ação demos oportunidade para que jovens adolescentes, estudantes universitários, professoras, moradores da zona rural e líderes comunitários fossem estimulados à fruição artística através da leitura e do teatro. Nesse sentido, educamos através da arte, introduzir conceitos estéticos sobre culturas e identidades culturais e aproximamos a comunidade através da arte, no caso do conto e da literatura dramática.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

A multiculturalidade através das cores


A multiculturalidade através das cores
Minha exposiçao sobre Marrocos, estará de 7de julho a 10 de agosto de 2010 no IFRN em Natal - RN

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Palestra: Marrocos: o outro lado do oceano


Convite

Sinta-se convidada(o) para minha palestra

Marrocos: o outro lado do oceano

Dia 21 de maio de 2010, sexta-feira às 16 horas.

Estação Cabo Branco de Ciência, Cultura e Artes

João Pessoa Paraíba Brasil

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Exposição Marrocos: o outro lado do oceano


Marrocos: o outro lado do oceano



Marrocos: o outro lado do oceano é um projeto de artes visuais de Carlos Cartaxo, que usa a expressão da fotografia e tem a função de possibilitar o acesso à arte focando a alfabetização visual, através de imagens de uma cultura que tem peculiaridades com a nordestina brasileira por ser, em alguns momentos, muito próxima e ao mesmo tempo muito distante. Essa oportunidade comparativa do Nordeste brasileiro com um país africano possibilita uma visão geográfica e histórica que não seja o domínio cultural colonialista europeu que nos é imposto há 500 anos. De modo que, através de uma leitura visual, estimulamos uma visão multicultural, crítica e identitária.

No universo pensante da arte, o que tem predominado nos últimos anos é o conceito moderno de arte, baseado nos princípios elitistas da genialidade, originalidade e autenticidade. Contrapondo esse pensamento, esse projeto se propõe a construir a concepção de que arte é tudo aquilo que o leitor compreende como sendo arte. A liberdade de criar e se expressar faz com que, através de imagens, o leitor se identifique e se sinta até motivado a produzir arte, seja fotografia, pintura, literatura, espetáculos ou outra forma qualquer, sem se deter a conceitos e preconceitos estabelecidos pela elite que tenta, há dois séculos, fazer da arte uma mercadoria e não uma expressão humana. A arte burguesa que se oferece, hoje, na maioria dos meios culturais, insiste em se manter distante da população subalterna. Essa arte elitista é uma invenção européia que tem apenas duzentos anos. De modo que nos propomos, com esse projeto, a levantar a reflexão: todo o legado cultural de milhares de anos da humanidade não é arte? É necessário registrarmos que antes desse conceito ocidental, de belas artes, que hoje predomina, havia um sistema de arte utilitário que acompanhou toda a trajetória humana. Logo, a concepção do projeto é indagar: e a arte nativa latino-americana, africana e asiática, não são consideradas artes? Com esse ímpeto expomos o projeto Marrocos: o outro lado do oceano aproximando culturas, no caso a África e o Brasil, o Marrocos e o Nordeste brasileiro.

Há necessidade de conciliar arte e vida. Esse pensamento é a base teórica de Carlos Cartaxo, o autor desse projeto. Para justificar sua concepção teórica, Cartaxo cita o escritor norte-americano, Larry Shiner, que em seu livro A invenção da arte: uma história cultural coloca que as obras de Shakespeare não foram escritas como textos definitivos e intemporais, nem para serem lidos como obras mestras da literatura, mas como roteiros que podiam ser modificados durante sua interpretação em um cenário popular. Nesse sentido, trabalhar a arte, no nosso caso a fotografia, de forma simples, objetiva e contextualizada é dar oportunidade para que muitos possam ter uma visão multicultural do mundo, além de que também serão motivados para se expressarem através de obras artísticas.

Dessa forma, a exposição Marrocos: o outro lado do oceano, composta por 31 imagens, se propõe a cumprir o papel de estimular a produção artística e facilitar a alfabetização visual, assim como abrir um debate quanto à desconstrução do conceito modernista de arte, introduzindo a visão crítica de que a fotografia, assim como as demais expressões artísticas, deve se abrir para todas as possibilidades de expressões humanas.



Objetivos da exposição:



· Educar para a leitura visual;

· Mostrar as semelhanças culturais entre o Marrocos e o Brasil;

· Expor a identidade geográfica do Marrocos e sua aproximação com o Nordeste brasileiro;

· Levar a exposição fotográfica a comunidades que não têm acesso a museus, galerias de arte e centros culturais;

· Desconstruir a tese modernista de que obra de arte é aquela que está em museus, galerias e teatros;

· Estimular a leitura crítica contextualizada a partir de imagens culturalmente significativas;

· Introduzir conceitos estéticos sobre culturas e identidades culturais;

· Dar oportunidade para que pessoas de comunidades menos favorecidas possam ser estimuladas à fruição artística;

· Aproximar povos e comunidades através da arte;

· Demonstrar através de imagens a relação multicultural existente entre a África e o Brasil;

Incentivar o registro, através de imagens, da cultura local e regional;
Contribuir para com a formação cultural e intelectual de jovens e adultos.


Em paralelo à exposição, será programada a palestra Marrocos: o outro lado do oceano, cujo conteúdo é fazer uma leitura visual da África, através do Marrocos, fazendo uma conexão com a cultura nordestina. As palestras serão ministradas pelo professor Carlos Cartaxo. Para efeito de informação, duas palestras com o mesmo perfil já foram realizadas, uma no IFPB – Instituto Federal da Paraíba (Antigo CEFETPB) em João Pessoa no segundo semestre de 2008 e outra, em abril de 2009, no 4º Encontro Anual do Projeto Arte na Escola - Pólo UFPE – Universidade Federal de Pernambuco, em Recife.



A exposição ficará de 06/05 a 30/05, 2º Andar da Torre, Estação Cabo Branco - Ciência, Cultura e Artes.



A exposição tem patrocínio da PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA através do Fundo Municipal de Cultura.



As palestras, gratuitas, serão na sala de convenção 2, com capacidade para 100 lugares, abertas para escolas e a comunidade em geral, interessados devem confirmar a presença antecipadamente através de contato telefônico com a Estação.



Datas Dias

11/05 Terça-feira

13/05 Quinta-feira

15/05 Sábado

18/05 Terça-feira

21/05 Sexta-feira

22/05 Sábado

25/05 Terça-feira

27/05 Quinta-feira

29/05 Sábado

30/05 Domingo







Local da Exposição: - Estação Cabo Branco



- Endereço: Av. João Cirillo Silva, s/n, Altiplano Cabo Branco, 58046-010, João Pessoa, PB



- Contatos: 83.3214.8303/8270 / 83.8650.6749



- Horários de funcionamento da Estação: De Terça a Sexta - 09h às 21h. Sábados e Domingos - 10h às 21h. Às segundas a Estação não abre.

terça-feira, 16 de março de 2010

A multiculturalidade através das cores


A multiclturalidade através das cores é um projeto de artes visuais de Carlos Cartaxo, que associa a cultura africana, representada pelo Marrocos, com a cultura nordestina brasileira. A exposição possibilita uma análise comparativa do Nordeste com um país africano através de uma ótica multicultural, geográfica e histórica.

A exposição consta de trinta imagens. A abertura será sexta-feira, dia 19/03, às 19 horas, na Ong CENEP, na cidade paraibana de Nova Palmeira.

A multiclturalidade através das cores se propõe a cumprir o papel de estimular a produção artística e facilitar a alfabetização visual, assim como abrir um debate quanto à desconstrução do conceito modernista de arte, introduzindo a visão crítica de que a fotografia, assim como as demais expressões artísticas, deve se abrir para todas as possibilidades de expressões humanas.

A exposição tem Patrocínio do BNB Cultural, BNDES e Governo Federal.