Romance A família Canuto

Romance A família Canuto
Romance A família Canuto e a Luta camponesa na Amazônia. Prêmio Jabuti de Literatura.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Cartaxo coordena grupo de pesquisa

Estudantes da UFPB podem se inscrever em grupo de pesquisa

O Grupo “Teatro na Educação” do Departamento de Artes Cênicas, no Campus de João Pessoa, trabalha com duas linhas de pesquisas; inscrições por email

O Grupo de Pesquisa “Teatro na Educação” do Departamento de Artes Cênicas (DAC) está inscrevendo estudantes, regularmente matriculados, para participar de suas pesquisas.  O DAC pertence ao Centro de Comunicação, Turismo e Artes da Universidade Federal da Paraíba (CCTA/UFPB), Campus I em João Pessoa.

O Grupo “Teatro na Educação” tem duas linhas de pesquisas:
 1) Teatro e possibilidades  narrativas no ensino de arte, sob orientação do professor Carlos Cartaxo se reunirá, quinzenalmente, às quintas-feiras das 17h às 19h,  na  Sala 18 do Ambiente dos professores do CCTA.  A primeira reunião será nesta terça-feira (4);
2) Teatro e formação de professores, sob orientação da  professora Lucia Serpa se reunirá, quinzenalmente, às  quintas-feiras  das 9h às 11h, na Sala 18 do Ambiente dos professores do CCTA.  A primeira reunião acontecerá na quinta-feira (6).

Os interessados podem se inscrever pelo correio eletrônico:teatronaeducacaoufpb@gmail.com.
Fonte: 
 Agência de Notícias da UFPB - Com Assessoria

terça-feira, 30 de abril de 2013

O MCCC promove mesa redonda sobre literatura

O MCCC promove mesa redonda sobre literatura O MCCC, Museu Casa de Carlos Cartaxo, e da prefeitura de Picuí (Secretaria de Educação) promoverão a mesa redonda Literatura por toda vida com a presença dos escritores:André Ricardo Aguiar, escritor premiado, que lançará o livro "A idade das chuvas"; Carlos Cartaxo, professor doutor da UFPB que lançará "Geraldeando"; Norma Alves, psicóloga, que lançará o livro infantil "Isaura veloz como o vento"; e Regina Behar, professora doutora da UFPB, lançará "Contos de Sábado". Dia 11 de maio, sábado. Hora: 20 horas. Local: Auditório da Prefeitura Picuí, Paraíba, Brasil. Estão convidados: escritores, professores, alunos e pessoas ligadas a educação e cultura.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Por uma política cultural petista para Parahyba Carlos Cartaxo As transformações sociais, em toda história, sempre acompanharam as transformações culturais ou vice-versa. Com essa perspectiva, o Partido dos Trabalhadores fez história e tem contribuído, para melhor, com a transformação do Brasil. Este avanço foi acompanhado, no governo Lula, por políticas culturais nunca visto na nossa história. Essa foi uma escolha política e, com essa orientação, faço uma reflexão contextual com o intuito de contribuir com a gestão petista de João Pessoa. Com o intuito de ser objetivo, evito conceitos teóricos e descrevo sobre ações concretas, lembrando que para sua execução faz-se necessário fundamentação conceitual política e ideológica. Cultura é uma expressão identitária e, enquanto tal, ideológica. Na cultural, como em toda ação humana, não há neutralidade. A neutralidade significa estar do lado do opressor. De modo que toda política cultural se enquadra em contexto, seja ele hegemônico ou subalterno. Quando o governo Lula optou por descentralizar as ações culturais do sudeste, seu governo fez uma opção ideológica pelas culturas brasileiras, ampliando a ação do Governo Petista para todo país. Nesse sentido, enalteço todo governo democrático e popular, e em especial o de João Pessoa, a agir a partir de referências teóricos que deem sustentabilidade para uma política cultural essencialmente petista. Uma política cultural é: • Transformar as ações culturais temporárias em ações permanentes ou contínuas; • Ter política cultural definida e planejada para execução em todas as áreas culturais, Por exemplo, literatura nos bairros, contação de histórias para deficientes visuais, saraus em museus para a terceira idade e para jovens. • Direcionar projetos culturais para as comunidades periféricas, descentralizando a cultura dos polos burgueses, que cobram entradas, por exemplo, teatros, museus e equipamentos públicos culturais; • Desenvolver políticas culturais que respeitem à diversidade étnico-cultural; • Ter programas culturais voltados para infância, juventude e terceira idade; deficientes, negros, índios, GLBT e demais seguimentos excluídos socialmente; • Ter programas culturais educativos em parceria com a Secretaria de Educação; • Implantar politicas de fomento cultural nos bairros; • Apoiar as ações culturais, não governamentais, nos bairros, descentralizando a produção cultura e o fazer artístico; • Formar gestores culturais, interlocutores entre a produção cultural dos bairros e a cidade; • Implantar ações pedagógicas culturais através de debates, congressos, seminários, conferências, etc., com o fim de estabelecer um debate continuo da produção, consumo e fruição cultural na cidade de João Pessoa. • Ter programas de incentivo a intercâmbio cultural com editais públicos; • Divulgar a produção cultural da cidade, propiciando projeção dos artistas e produtores culturais; • Planejar atividades culturais em parceria com todas as outras secretarias municipais do governo; • Tratar a cultura popular com o devido respeito e valor de quem, de fato, representa a identidade cultural do nosso povo; • Fomentar as iniciativas culturais como sendo políticas de cultura voltadas para as novas gerações, para a geração de emprego e renda e fator de inclusão social. Política cultural que não corresponde ao modo petista de governar é: • Apenas fazer shows públicos com produção caríssima para o erário público; • Ter equipamentos culturais públicos, como teatro, museus, galerias, etc., sem política cultural direcionada a todas as classes sociais; • Adotar a política romana de “pão e circo” para, apenas, divertir sem uma ação continuada de formação cultural, social e política. • Desrespeitar as Leis e os Fundos de Cultura, não lançando editais anuais conforme reza a legalidade; • Conceder incentivos como passagens, cartazes etc., apenas para amigos ou correligionários políticos; • Dotar pouco recurso para a cultura, como se essa fosse uma área não prioritária para o desenvolvimento social e político; • Divulgar eventos com grandes artistas e relegar a último plano os artistas que cotidianamente estão labutando no sentido de solidificar a cultura local; • Confundir política cultural com produção cultural. Um bom produtor, necessariamente não significa um bom gestor público de cultura porque, geralmente, só pensa pela ótica do mercado; • Colocar nas direções e coordenações gestores que não têm conhecimento da política cultural do PT e domínio técnico sobre a pasta que é responsável. Nesse sentido, formalizo minha reflexão teórica, mas com embasamento político e ideológico, com o intuito de contribuir para com a gestão petista e para com o movimento cultural da capital paraibana. Saudações culturais Carlos Cartaxo Fundador do PT na Paraíba Professor da UFPB

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Cartaxo na III Semana de Turismo da UFPB

De 22 a 25 de maio A UFPB realiza a III SEMANA DE TURISMO com o tema: CULTURA E TURISMO Carlos Cartaxo participou do cilco de palestra e Coordenou atividades de grupos Dia 23/05, das 19h as 22h Mesa redonda: Impacto do turismo nas culturas locais Prof. Me. Esdras Matheus - Mediador (UFPB) Participantes: Prof. Dr. Severino Lucena (UFPB) Prof. Dr. Marcos Ayala (UFPB) Prof. Me. Carlos Cartaxo (UFPB) Prof. Dr. Julio Cesar Medina (UEPB) Na sua palestra Cartaxo abordou sobre a compreensão de que existem culturais e não apenas cultura; que na pós-modernidade a identidade cultura de um povo é a chave para o desenvolvimento da comunidade a qual ele pertence; que política cultural é muito mais que realizar eventos, pois exige ações contínuas e permanentes; que os profissionais da área são agentes potenciais para garantir um turismo sustentável tendo a cultura como parceira. Apresentação de Trabalhos Científicos Dias 23, 24 e 25/05, das 14h às 18h (Local: CCTA – Salas 101, 102 e 103) GT3 - Turismo cultural e desenvolvimento local e regional Coordenadores: Dr. Severino Lucena e Me. Carlos Cartaxo

quinta-feira, 17 de maio de 2012

A multiculturalidade através das cores A multiculturalidade através das cores é um projeto de artes visuais de Carlos Cartaxo, que usa a expressão da fotografia e tem a função de possibilitar o acesso à arte focando a alfabetização visual, através de imagens de uma cultura que tem peculiaridades com a nordestina brasileira por ser, em alguns momentos, muito próxima e ao mesmo tempo muito distante, no caso, Nordeste, Brasil e Marrocos, África. Essa oportunidade comparativa do Nordeste brasileiro com um país africano possibilita uma visão geográfica e histórica que não seja o domínio cultural colonialista europeu que nos é imposto há 500 anos. De modo que, através de uma leitura visual, estimulamos uma visão multicultural, crítica e identitária. No universo pensante da arte, o que tem predominado nos últimos anos é o conceito moderno de arte, baseado nos princípios elitistas da genialidade, originalidade e autenticidade. Contrapondo esse pensamento, esse projeto se propõe a construir a concepção de que arte é tudo aquilo que o leitor compreende como sendo arte. A liberdade de criar e se expressar faz com que, através de imagens, o leitor se identifique e se sinta até motivado a produzir arte, seja fotografia, pintura, literatura, espetáculos ou outra forma qualquer, sem se deter a conceitos e preconceitos estabelecidos pela elite que tenta, há dois séculos, fazer da arte uma mercadoria e não uma expressão humana. A arte burguesa que se oferece, hoje, na maioria dos meios culturais, insiste em se manter distante da população subalterna. Essa arte elitista é uma invenção européia que tem apenas duzentos anos. De modo que nos propomos, com esse projeto, a levantar a reflexão: todo o legado cultural de milhares de anos da humanidade não é arte? É necessário registrarmos que antes desse conceito ocidental, de belas artes, que hoje predomina, havia um sistema de arte utilitário que acompanhou toda a trajetória humana. Logo, a concepção do projeto é indagar: e a arte nativa latino-americana, africana e asiática, não são consideradas artes? Com esse ímpeto expomos A multiculturalidade através das cores que faz parte do projeto Marrocos: o outro lado do oceano aproximando culturas, no caso a África e o Brasil, o Marrocos e o Nordeste brasileiro. Há necessidade de conciliar arte e vida. Esse pensamento é a base teórica de Carlos Cartaxo, o autor desse projeto. Para justificar sua concepção teórica, Cartaxo cita o escritor norte-americano, Larry Shiner, que em seu livro A invenção da arte: uma história cultural coloca que as obras de Shakespeare não foram escritas como textos definitivos e intemporais, nem para serem lidos como obras mestras da literatura, mas como roteiros que podiam ser modificados durante sua interpretação em um cenário popular. Nesse sentido, trabalhar a arte, no nosso caso a fotografia, de forma simples, objetiva e contextualizada é dar oportunidade para que muitos possam ter uma visão multicultural do mundo, além de que também serão motivados para se expressarem através de obras artísticas. Dessa forma, a exposição A multiculturalidade através das cores, composta por 31 imagens, se propõe a cumprir o papel de estimular a produção artística e facilitar a alfabetização visual, assim como abrir um debate quanto à desconstrução do conceito modernista de arte, introduzindo a visão crítica de que a fotografia, assim como as demais expressões artísticas, deve se abrir para todas as possibilidades de expressões humanas. Objetivos da exposição: • Educar para a leitura visual; • Mostrar as semelhanças culturais entre o Marrocos e o Brasil; • Expor a identidade geográfica do Marrocos e sua aproximação com o Nordeste brasileiro; • Levar a exposição fotográfica a comunidades que não têm acesso a museus, galerias de arte e centros culturais; • Desconstruir a tese modernista de que obra de arte é aquela que está em museus, galerias e teatros; • Estimular a leitura crítica contextualizada a partir de imagens culturalmente significativas; • Introduzir conceitos estéticos sobre culturas e identidades culturais; • Dar oportunidade para que pessoas de comunidades menos favorecidas possam ser estimuladas à fruição artística; • Aproximar povos e comunidades através da arte; • Demonstrar através de imagens a relação multicultural existente entre a África e o Brasil; • Incentivar o registro, através de imagens, da cultura local e regional; • Contribuir para com a formação cultural e intelectual de jovens e adultos. Em paralelo à exposição, será programada a palestra Marrocos e a multiculturalidade através das cores, cujo conteúdo é fazer uma leitura visual da África, através do Marrocos, fazendo uma conexão com a cultura nordestina. As palestras serão ministradas pelo professor Carlos Cartaxo. Para efeito de informação, várias palestras com o mesmo perfil já foram realizadas no: IFPB – Instituto Federal da Paraíba (Antigo CEFETPB) e na Estação Cabo Branco em João Pessoa , no 4º Encontro Anual do Projeto Arte na Escola - Pólo UFPE – Universidade Federal de Pernambuco, em Recife, IFRN – Instituto Federal do Rio Grande do Norte (Antigo CEFETRN), nas cidades paraibanas de Picuí, Nova Palmeira, Baraúna, Nova floresta e Cabedelo. A exposição que tem a produção de Tadeu Patrício e ficará na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Jose Guedes Cavalcante no bairro de Camalaú em Cabedelo, Paraíba, de 14/05 a 31/05 de 2012. A exposição tem patrocínio da Banco do Nordeste do Brasil e do BNDES. Carlos Cartaxo é: Professor do departamento de Artes Cênicas da UFPB e escritor. Academicamente é Doutorando em Artes Visuais e Educação pela Universidade de Barcelona, Espanha; Mestre em Engenharia de Produção pela UFPB - Universidade Federal da Paraíba; Especialista em Educação Superior pela UNAMA - Universidade da Amazônia; e Licenciado em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas pela UFPB. Dentre suas ações sociais e culturais destacam-se: O projeto O circo na Escola desenvolvido como atividade de extensão da UFPB nas escolas: Municipal Aruanda; e na Escola da aldeia S.O.S da Paraíba de 2000 a 2002 ; A participação no Projeto Brazil de intercâmbio cultural entre os estados do Pará e o Missouri nos EUA, 1995/98; A atuação como tesoureiro e presidente da Federação Paraibana de Teatro Amador na década de 80, século XX; A participação no Programa Internacional de Formação de Liderança e Desenvolvimento Comunitário - Fellows IX, dos Companheiros das Américas, 1996 a 1998. Publicou os livros: • Manual de Segurança do Trabalho. Belém - PA. Edição Grupo Empresarial Marcos Marcelino, 1990. • A Família Canuto e a Luta Camponesa na Amazônia. Belém-PA. Editora da UFPA e Livroarte, 1999. PRÊMIO JABUTI DE LITERATURA da Câmara Brasileira do Livro. • O Ensino das Artes Cênicas na Escola Fundamental e Média. João Pessoa, Autor-editor, 2001. • Teatro de Atitudes. João Pessoa. Editora Sal da Terra, 2005. • Ação Educativa para Cidadania. João Pessoa. Editora da UFPB, 2007. • Teatro Determinado. João Pessoa. Editora Sal da Terra, 2009. • Geraldeando. João Pessoa. Editora Manufatura, 2010. Publicou contos nos livros: Sonho de Feliz Cidade. João Pessoa. Edição Sebo Cultural. Coletânea que participou com o conto Parahyba, 2007. • Histórias de Sábado. Recife. Editora Liceu. Antologia que participou com os contos: Pressa, maldita pressa e A chuva, 2008. Como Autor teatral teve os seguintes textos montados: • .A Carne é Fraca, em 1985. • O Espigão Gaiato, em 1986. • O Tico-Tico Cantador, em 1988, 1992, 1993 e 2003. • A Saga do Caranguejeiro, em 1998. • Diálogos do Absurdo, em 2000. • Esse Tal Apagão, em 2001. • Terra Brasilis, em 2002. Como diretor e/ou produtor teatral trabalhou em: • 4 peças infantis (Vamos brincar de circo, 1980; O Palhaço e o Rei, 1983; O sorriso do palhaço, 1984; e o Tico-Tico cantador, 1988.) • 3 revistas teatrais (A Carne é fraca, 1985; Para esse barco não parar, 1994; e Terra brasilis, 2002.) • 4 peças de teatro de rua ( ...E a gente grita, 1981; e O Espigão gaiato, 1986; e A mangueira, 1994; Esse tal apagão, 2001.) • 12 peças adultas (Acalanto de Joana Louca, 1986; GETI-10 Anos, 1988; Mari, araçá e outras árvores do paraíso, 1988; Rui, o maior barato, 1991/95; A balada de Garuma, 1992; A exceção e a regra, 1992; e A fera de Macabu, 1993; Preta de neve, 1997; A saga do caranguejeiro, 1998; Terra brasilis, 2002; Lisístrata, 2004; e Da exceção à regra, 2006 e 2010.) Como assistente de direção trabalhou no espetáculo Morgan's mile. Academy of Performing Arts. Grandview, Missouri, EUA. 1996. Como ator atuou em: 11 espetáculos (T de terra e B de Brasil, 1977; O muro, 1977; A exceção e a regra, 1979; Vamos brincar de circo, 1980; O verdugo, 1981; O Palhaço e o Rei, 1983/86; A carne é fraca, 1985/86; O espigão gaiato, 1986; O Tico-Tico cantador, 1988; Cenas da selva e da cidade, 1993; e Lisístrata, 2004.) Foi premiado com: 1. Prêmio Jabuti de Literatura pelo romance/reportagem A família Canuto e a luta camponesa na Amazônia. Câmara Brasileira do Livro. 2001; 2. Prêmio de Melhor Cenário no Festival de Teatro Belém, pelo cenário da peça teatral A saga do caranguejeiro. Belém-PA. 1998. Contatos com Carlos Cartaxo: (83) 9613 8700 (TIM) e (83) 8704 7277 (OI) carloscartaxo@yahoo.com.br cartaxocarlos@hotmail.com http://carloscartaxo.multiply.com

terça-feira, 15 de maio de 2012

Concurso em Rio Tinto e Lucena na Paraíba

Concurso em Rio Tinto e Lucena na Paraíba As cidades de Rio Tinto e Lucena (Paraíba) estão com concursos abertos, porém, mais uma vez errados. Eu fiz a denúncia que vai abaixo para o Ministério Público da Paraíba na página http://ouvidoria. mp.pb.gov. br/index. php?mod=manifest acao&op=mainOpen onde há Ouvidoria e cria manifestação. Clique lá e faça sua denúncia também. Vamos fazer nossa parte. só assim a legislção sobre nossa profissão vai ser cumprida. Um grande abraço Carlos Cartaxo Prezado(a)s Senhore(a)s Comunico que os municípios de Lucena (Nº.001/20012) e Rio Tinto (001/2012) estão com concursos abertos, porém a vaga que é sobre ENSINO DE ARTE está errada, pois o que há é LICENCIATURA EM ARTES, quando deveria ser por área, ou seja, licenciaturas em: artes visuais, música, teatro e dança. Logo, o concurso tem que ser por Área específica segundo a LDB/PCNs. O programa de Lucena que consta abaixo é para todas as habilitações, quando por Lei, deve ser por área específica conforme cito acima. Programa para PROFESSOR DE ARTES de Lucena Artes Visuais: Estudo das Cores – Origem: primárias, secundárias, terciárias; Qualidade: quentes, frias, neutras, complementares; Cores Químicas e Físicas; Monocromia e Policromia; Iniciação para o desenho: Elementos da linguagem visual (forma, linha, ponto, textura, volume, profundidade) , classificação das Linhas; Reta e Segmento; Semi-Reta e Ângulos; Medida de Ângulos; Classificação de Ângulos; Linhas concorrentes e paralelas. História da Arte: Arte Pré Histórica; Arte Egípcia; Arte Grega – escultura, arquitetura, música, dança, teatro; Arte Medieval – Românica, Gótica, Bizantina; Renascimento; Barroco; Neoclassicismo; Romantismo; Impressionismo; Dadaísmo; Cubismo; Arte Acadêmica; Semana de Arte Moderna (1922). História da arte do Brasil; Música: Escrita Musical – pentagrama, claves, valores positivos, valores negativos, escalas: ascendente e descendente; As notas musicais; Elementos da música: Ritmo – Melodia – Harmonia; Propriedades do som: Intensidade – Altura – Timbre; Instrumentos Musicais: sopro, cordas, percussão, eletrônicos. Folclore: Fato Folclórico; Literatura Folclórica – mito, lenda, fábula, provérbio, quadrinhos, cordel, crendices, superstições, advinhas e dísticos de caminhão. Teatro: Origem e evolução do teatro; O teatro no Brasil – Colônia, Império, Teatro de Revista, Teatro Moderno; Formas de Teatro – Humano, Máscaras, Boneco, Sombras; Elementos do Teatro – História, Marcação, Ator, Diretor, Palco, Cenário, Figurino, Iluminação e Sonoplastia. Programa para PROFESSOR DE ARTES de Rio Tinto: DIDÁTICA – 1-a didática e a formação profissional do professor; 2 – educação: valores e objetivos; 3 – aprendizagem: conceito e tipos; 4 – tendências pedagógicas; 5 – tipos de planos de ensino; 6 - objetivos de ensino, conteúdos, métodos e técnicas, recursos de ensino e avaliação. 7 – LDBN, 8- PCN’S. 9- Projeto Político Pedagógico, 10- Projetos no cotidiano da escola. 11- Educação Inclusiva. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS : – Arte desde a Pré-História até a Contemporaneidade; As Tendências Pedagógicas de Ensino da Arte; O Ensino Nesse sentido o concurso como os demais, em João Pessoa, por exemplo, vai de encontro a LDB e aos PCNs. Atenciosamente Carlos Cartaxo Professor do Departamento de Artes Cênicas da UFPB

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Performance como consolidação da arte híbrida na educação Carlos Cartaxo As mudanças por que passa a sociedade e seus reflexos no universo da arte ainda estão sob efeito das concepções estéticas e mercadológicas da modernidade. Mesmo assim, o mundo vem passando por mudanças que têm atropelado a modernidade no que concerne a forma de ser, viver e se expressar. Então podemos iniciar esse diálogo partindo da concepção de que já estamos vivendo uma condição pós-moderna e que esta já invadiu nossas escolas, nossos jardins quiçá nossos lares; nossas mentes, nossa sensibilidade e nossos corações. Teoricamente esse trabalho apresenta a performance no contexto pedagógico como expressão multicultural, representante da arte híbrida. Portanto, a literatura, o teatro e as artes visuais, incluindo o cinema e as mídias digitais, compõe os planos de cursos da Escola Pública de Ensino Fundamental e Médio Sesquicentenário na cidade de João Pessoa, Paraíba, Brasil, que de forma didática introduz a performance como expressão artística transdisciplinar. Essa experiência demonstra que a arte híbrida e suas múltiplas possibilidades de realização e leitura se faz muita bem representada no contexto educacional através da performance porque essa expressão artística circula por entre as várias formas de criação constituindo uma teia rizomática de idéias, reflexões e conhecimentos que desconstroem a departamentalização da arte em especificidades, tese antiga defendida por Frederick Winslow Taylor, pai da administração científica que originou a produção em serie, através de métodos científicos cartesianos, mola propulsora do capitalismo no início do século XX. A concepção que apresenta o corpo e as ideias como elementos constitutivos da performance a contextualiza como sendo híbrida. Portanto esta pode ser desdobrada através de várias expressões artísticas e aplicada à educação como sendo uma proposta que surge para quebrar o paradigma do ensino de arte baseada nas especificidades artísticas. * O artigo completo você tem acesso solicitando ao autor pelo email carloscartaxo@yahoo.com.br ou através de http://publicaciones.ffyh.unc.edu.ar/index.php/jornadasperformance/