Romance A família Canuto

Romance A família Canuto
Romance A família Canuto e a Luta camponesa na Amazônia. Prêmio Jabuti de Literatura.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Palestra de Carlos Cartaxo: Marrocos e Paraíba a identidade cultural entre dois continentes ou A multiculturalidade através das cores



Palestra de Carlos Cartaxo: Marrocos e Paraíba a identidade cultural entre dois continentes ou A multiculturalidade através das cores


Sábado, 19 de março de 2011 às 16:00 horas
Auditório Municipal, Picuí, Paraíba.
Dentro da programação de emancipação da cidade.
Haverá exposição de imagens do Marrocos. A exposição é patrocinada pelo BNBCultura/BNDES.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Festival de Teatro de Nova Palmeira


Festival de Teatro de Nova Palmeira


Horário: 13 novembro 2010 às 20:00 h e 14 novembro 2010 às 20:00 h
Local: Teatro Lima Penante
Rua: João Machado S/N
Cidade: João Pessoa



Entrada Franca



O CENEP - Centro de Educação Popular de Nova Palmeira apresentará cinco peças teatrais adaptadas de contos do escritor paraibano Geraldo Maciel com patrocínio do BNBCultura/BNDES, Governo Federal, governo do Estado da parañíba, dentro do Programa Mais Cultura.

Dia 13 de novembro serão apresentadas:
"A doce rapadura da vingança", "O amor é quase eterno" e "Porque somos muito pobres".

Dia 14 de novembro serão apresentadas:
"O que posso lhe contar" e "Duas esposas"

Esse é mais um trabalho de extensão do Departamento de Artes Cênicas da UFPB, coordenado pelo professor Carlos Cartaxo, com apoio dos Companheiros das Américas.

Segundo Cartaxo "O projeto tem a participação de pessoas da zona urbana e rural da cidade de Nova Palmeira, que interagem em uma demonstração inequívoca, da multiculturalidade e suas possibilidades interterritoriais que fazem parte do nosso cotidiano".

O projeto

O projeto teve como primeiro objetivo exercitar a escrita dramática, estimulando a leitura e o fazer teatral. De modo que iniciou com uma oficina de teatro e uma de literatura dramática. Os contos de Geraldo Maciel foram a inspiração para as atividades de leitura, escrita e encenação. Um segundo objetivo foi incentivar jovens e professore(a)s da cidade e da zona rural à leitura, como consequência, estimular à escrita, principalmente, nos gêneros literários do conto e da dramaturgia.

O trabalho foi desenvolvido a partir de uma metodologia adotada por Carlos Cartaxo. A primeira ação foi a realização de uma oficina de interpretação teatral. Em seguida se exercitou a leitura de histórias infantis, bem como o exercício de contar histórias. A fase seguinte foi a leitura dos contos de Geraldo Maciel e a seleção dos contos que seriam adaptados para texto teatral. Essa fase foi importante porque a maioria dos participantes nunca tinha lido um conto, nem uma peça teatral. A adaptação literária dos contos para peças teatrais foi dos alunos. Contudo, a parceria e a responsabilidade foi do próprio Cartaxo. Para o professor, essa fase foi importante porque a maioria dos participantes nunca tinha lido um conto e nem assistido a uma peça teatral o que fez com que o mesmo lesse, relesse e discutisse cada texto, terminando por contribuir com a escrita, visando os ajustes finais, correções e, principalmente, acréscimos que se fizeram necessário, em nome da consistência literária e dramática.

Essa proposta metodológica, possibilitou que crianças, jovens adolescentes, estudantes universitários, donas de casa, professore(a)s e líderes comunitários, moradores da cidade e da zona rural, fossem estimulados à fruição artística através da leitura e do teatro. Segundo Carlos Cartaxo “Nesse processo educamos através da arte, introduzindo conceitos estéticos sobre culturas, identidades culturais e aproximamos a comunidade, através da arte, no caso do conto e da literatura dramática”.

Com os textos escritos, o grupo partiu à encenação. No exercício da escrita dramática, naturalmente, afloraram os talentos. Com a encenação, a formação cultural das pessoas fez brotar intérpretes que, certamente, fizeram o orgulho de Geraldo Maciel aplaudi-los silenciosamente. Muitos ensaios foram realizados, laboratórios, exercícios de relaxamento, de voz, aquecimento, entrosamento de grupo e improvisação teatral. Muitos jogos e muitas reuniões foram realizadas para quebrar arestas de relacionamentos, ego, orgulho e disponibilidade de tempo. Enfim, o trabalho foi realizado tentando construir um pensamento cultural a partir da motivação e do compromisso.

Na segunda etapa, ou seja, a encenação dos textos teatrais que foram adaptados dos contos de Maciel, o trabalho foi mais técnico. Como os participantes nunca tinham visto um espetáculo cênico, a montagem teatral se deu de forma lenta e pedagógica. Segundo Cartaxo: “Já era esperado que houvesse alguma dificuldade dos participantes quanto à escrita dramática e a encenação em si, o que exigiu muito trabalho de pesquisa para a criação das personagens”. Cartaxo ratifica a importância do processo argumentando: “Para minha surpresa, o que parecia dificuldade não passou de um leve empecilho, logo superado pelo rompimento dos limites estabelecidos pela falta de oportunidade de vivenciar a arte”.


Segundo Carlos Cartaxo:

Geraldeando é uma ideia, uma ação, um espetáculo ou vários espetáculos, um livro. É a continuação da obra de um homem. É a literatura de Geraldo Maciel adaptada para ser encenada. É um abraço, amigos, leituras. É uma obra coletiva, feita de gritos, palavras e sussuros. É um ato de amor!

Lançamento do livro Geraldeando


Lançamento do livro Geraldeando



Geraldeando é o mais novo livro organizado pelo professor universitário, dramaturgo e diretor teatral Carlos Cartaxo que será lançando dia 13 e 14 de novembro, sábado e domingo, às 20 horas, no Teatro Lima Penante em João Pessoa. Esse trabalho é fruto de um projeto de extensão universitária patrocinado pelo BNBCultura/BNDES, Governo Federal e Estadual, através do Programa Mais Cultura, desenvolvido no CENEP – Centro de Educação Popular de Nova Palmeira, Paraíba. O livro objetiva dar continuidade ao trabalho do escritor e professor universitário Geraldo Maciel, membro do Clube do Conto da Paraíba, que faleceu em maio de 2009 e deixou uma obra significativa para a literatura paraibana.
Programação



Dia/Horário: 13 novembro 2010 às 20:00 h e 14 novembro 2010 às 20:00 h
Local: Teatro Lima Penante
Rua: João Machado S/N
Cidade: João Pessoa



A editora Manufatura lançará o livro GERALDEANDO resultado de um trabalho de extensão do professor Carlos Carlos no CENEP - Centro de Educação Popular da cidade de Nova Palmeira.

Esse livro é um projeto que aproxima a literatura do teatro. Professoras, donas de casa e estudantes da zona urbana e rural que nunca leram contos, nunca escreveram, nem assistiram teatro, passaram a ler e adaptaram contos de Geraldo Maciel. Os contos e as respectivas peças adaptadas foram encenadas e publicadas em Geraldeando..

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Novas ações culturais

"Em setembro estarei com um novo espetáculo "Geraldeando". Em novembro lanço um novo livro.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Palestra Marrocos: o outro lado do oceano


Palestra Marrocos: o outro lado do oceano



Marrocos: o outro lado do oceano é a palestra que o professor Carlos Cartaxo, do Departamento de Artes Cênicas, do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da Universidade Federal da Paraíba, ministrará nesse terça-feira, 31 de agosto de 2010 às 19:30 horas no Hotel Igatu, na praia de Cabo Branco, em João Pessoa, com entrada franca. Evento organizado pelos Companheiros das Américas, Comitê Paraíba-Connecticut.

Marrocos: o outro lado do oceano é um projeto de cultura visual, que usa a expressão da fotografia e que tem a função de possibilitar o acesso à arte focando a alfabetização visual, através de imagens de uma cultura que tem peculiaridades com a nordestina brasileira por ser, em alguns momentos, muito próxima e ao mesmo tempo muito distante. Essa oportunidade comparativa do Nordeste brasileiro com um país africano possibilita uma visão geográfica e histórica que não seja o domínio cultural colonialista europeu que nos é imposto há 500 anos. De modo que, através de uma leitura visual, estimulamos uma visão multicultural, crítica e identitária.

No universo pensante da arte, o que tem predominado nos últimos anos é o conceito moderno de arte, baseado nos princípios elitistas da genialidade, originalidade e autenticidade. Contrapondo esse pensamento, esse projeto se propõe a construir a concepção de que arte é tudo aquilo que o leitor compreende como sendo arte. A liberdade de criar e se expressar faz com que, através de imagens, o leitor se identifique e se sinta até motivado a produzir arte, seja fotografia, pintura, literatura, espetáculos ou outra forma qualquer, sem se deter a conceitos e preconceitos estabelecidos pela elite que tenta, há dois séculos, fazer da arte uma mercadoria e não uma expressão humana. A arte burguesa que se oferece, hoje, na maioria dos meios culturais, insiste em se manter distante da população subalterna. Essa arte elitista é uma invenção européia que tem apenas duzentos anos. De modo que nos propomos, com esse projeto, a levantar a reflexão: todo o legado cultural de milhares de anos da humanidade não é arte? É necessário registrarmos que antes desse conceito ocidental, de belas artes, que hoje predomina, havia um sistema de arte utilitário que acompanhou toda a trajetória humana. Logo, a concepção do projeto é indagar: e a arte nativa latino-americana, africana e asiática, não são consideradas artes? Com esse ímpeto estão sendo realizadas exposições itinerantes do projeto Marrocos: o outro lado do oceano aproximando culturas, no caso a África e o Brasil, o Marrocos e o Nordeste brasileiro. Em paralelo com a exposição são realizadas palestras para escolas e pessoas interessadas.

. Segundo Carlos Cartaxo, o autor desse projeto, há necessidade de conciliar arte e vida . Para justificar sua concepção teórica, Cartaxo cita o escritor norte-americano, Larry Shiner, que em seu livro A invenção da arte: uma história cultural coloca que as obras de Shakespeare não foram escritas como textos definitivos e intemporais, nem para serem lidos como obras mestras da literatura, mas como roteiros que podiam ser modificados durante sua interpretação em um cenário popular. Nesse sentido, trabalhar a arte, no nosso caso a fotografia, de forma simples, objetiva e contextualizada é dar oportunidade para que muitos possam ter uma visão multicultural do mundo, além de que também serão motivados para se expressarem através de obras artísticas. A exposição Marrocos: o outro lado do oceano se propõe a cumprir o papel de estimular a produção artística e facilitar a alfabetização visual, assim como abrir um debate quanto à desconstrução do conceito modernista de arte, introduzindo a visão crítica de que a fotografia, assim como as demais expressões artísticas, deve abrir para todas as possibilidades de expressões humanas.

A exposição esteve no mês de maio próximo passado na Estação Cabo Branco de Ciências, Cultura e Arte, em João Pessoa, onde foram proferidas oitos palestras. A mesma tem patrocÍnio do Fundo Municipal de Cultura de João Pessoa

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Cartaxo apresenta: O amor é quase eterno e O que posso lhe contar


Domingo dia 29 de agosto você poderá assistir no evento Agosto das letras a partir das 16 horas no Ponto de Cem Réis em João Pessoa, as peças teatrais: O amor é quase eterno e O que posso lhe contar. Adaptados dos contos de mesmo nome de Geraldo Maciel. A direção é de Carlos Cartaxo.
Esse trabalho é um projeto de Cartaxo com o objetivo era incentivar a comunidade de Nova Palmeira, cidade do interior da Paraíba, à leitura, como consequência, estimular à escrita, principalmente, nos gêneros literários do conto e da dramaturgia. O projeto foi aprovado e partimos à ação. Realizamos oficinas de interpretação teatral e exercitamos a leitura de histórias infantis e o exercício de contar histórias. Em seguida, lemos os contos de Geraldo e partimos para a seleção e adaptação de alguns contos para dramaturgia. Com essa ação demos oportunidade para que jovens adolescentes, estudantes universitários, professoras, moradores da zona rural e líderes comunitários fossem estimulados à fruição artística através da leitura e do teatro. Nesse sentido, educamos através da arte, introduzir conceitos estéticos sobre culturas e identidades culturais e aproximamos a comunidade através da arte, no caso do conto e da literatura dramática.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

A multiculturalidade através das cores


A multiculturalidade através das cores
Minha exposiçao sobre Marrocos, estará de 7de julho a 10 de agosto de 2010 no IFRN em Natal - RN